Fiat Grand Siena 1 6 MPI ESSENCE 16V FLEX 4P MANUAL MercadoLivre

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Fiat Grand Siena 1 6 MPI ESSENCE 16V FLEX 4P MANUAL MercadoLivre

O Chevrolet Astra nacional continuava em produção, e o Vectra GT era um Astra mais novo vendido ao mesmo tempo. Os dois também tinham o mesmo motor 2.0 da arcaica “Família II” da marca, cuja origem por aqui pode ser traçada até o Monza. O carro até vendeu bem na época, ganhando direito a um “facelift” e até a uma versão esportiva, a GT-X. Em 1973, o carro chegou trazendo uma carroceria cupê, tendo ainda opções de 4 portas. No entanto, tinha menos espaço interno que o Opala e um antiquado motor 3.0 de seis cilindros em linha herdado do Jeep Willys.

  • O sedã deveria rivalizar por aqui com o Chevrolet Monza e o Volkswagen Santana.
  • O carro até vendeu bem na época, ganhando direito a um “facelift” e até a uma versão esportiva, a GT-X.
  • Estamos falando, especificamente, de sua segunda geração, lançada por aqui em 2011.
  • Depois, ainda vieram os famosos motores 5.0 V8 da versão GT e um 2.3 de quatro cilindros mais moderno, perto do final da carreira.
  • Como a união visava a redução de custos, e a fábrica paranaense só produzia a Dodge Dakota, a picape acabou saindo de linha em 2001 e a linha de produção foi fechada.

Ford Maverick (1973-

  • O problema dessa vez foi que, em 1984, a Fiat lançou o Uno no Brasil.
  • Além disso, tinha um visual um tanto controverso e seu acabamento interno era fraco na comparação com o rival da VW.
  • Em 1971, após 38 mil unidades fabricadas, o carro deixou de ser produzido.
  • Seu sucesso deu sinal verde para o desenvolvimento de uma família completa de veículos derivados do hatch.

No entanto, ele enfrentou alguns problemas dentro de casa. Apesar das qualidades, o Fiat Oggi acabou sendo jogado para escanteio já em 1985. O problema dessa vez foi que, em 1984, a Fiat lançou o Uno no Brasil. Seu sucesso deu sinal verde para o desenvolvimento de uma família completa de veículos derivados do hatch. Daí nasceu o Fiat Prêmio, que substituiu o Oggi após cerca de 20 mil unidades vendidas.

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Em 2015, a Chery lançou por aqui uma nova família de produtos, a Celer, oferecida com opções de hatch e sedã. Ambos traziam um motor 1.5 de até 113 cv de potência e eram fabricados em Jacareí (SP). Porém, os problemas de qualidade permaneceram e, no melhor ano de vendas (2016), a dupla acumulou pouco mais de 1.400 unidades em 12 meses. O modelo chegou em 2009 e cumpria o papel de ser um hatch com posição de dirigir elevada e bom espaço interno, mas nunca conseguiu se equiparar ao Fox nas vendas. Além disso, tinha um visual um tanto controverso e seu acabamento interno era fraco na comparação com o rival da VW. Após mais de 200 mil unidades vendidas, o carro acabou saindo de linha, em 2014. O que realmente matou o Agile, no entanto, foi a chegada do Onix, em 2012.

Fiat Grand Siena 2015 - Ficha Técnica

Era o caso do Santana, um projeto da VW que era oferecido pela Ford com o nome Versailles e poucas alterações. Enquanto uns venderam pouco e outros chegaram na hora errada, a história da Volkswagen com os modelos Apollo, Logus e Pointer lembra mais a situação de filhos sem pai nem mãe. Em 1987, a marca alemã e a Ford se juntaram para desenvolver, fabricar e vender carros em parceria. Lançada em 1984, a série “Comfort Super Sport” teve apenas 300 unidades fabricadas com o intuito de a Fiat homologar o carro para o Campeonato de Marcas e Pilotos. Ele trazia pintura preta com faixas vermelhas, aerofólio traseiro e acabamento exclusivo. Para não ficar só na aparência, o Oggi CSS tinha um motor 1.4 com cabeçote retrabalhado e entregava 78 cv de potência. Os carros até obtiveram um sucesso inicial, mas foram vítimas da dissolução da Autolatina, que aconteceu em 1996.

Fiat Grand Siena 1.6 16v Essence Flex 4p

Outro duro golpe foi o apelido de “Zé do Caixão” por conta das linhas retas e das maçanetas salientes. Em 1971, após 38 mil unidades fabricadas, o carro deixou de ser produzido. No começo de abril, a Volkswagen anunciou o fim da produção do up! O modelo tinha bons predicados, como desempenho e segurança, mas nunca decolou nas vendas por ter sido considerado pequeno e caro por uma parcela dos consumidores. Inicialmente, houve um compartilhamento de motores entre as empresas, o que evoluiu para projetos em conjunto.

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Com opções de motores de quatro cilindros em linha, V6, V8 e até um a diesel, a Dakota fez sucesso e chegou a vender 40 mil unidades em um ano.  fiat grand siena , o hatch começou a ser fabricado no Brasil com opções de 2 ou 4 portas. Os modelos importados com motor 1.6 de injeção eletrônica podiam pegar fogo. Foram computados cerca de 127 casos de incêndio, que ocorriam devido a um vazamento do fluído da direção hidráulica sobre o coletor de escapamento. A Fiat chegou a realizar recalls, em 1996, mas o carro já estava sofrendo nas vendas e saiu de linha em 1997.

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Enquanto o sedã tinha um mercado cativo e fazia sucesso, a marca resolveu lançar por aqui o hatchback. Seu motor era o mesmo 1.3 de 62 cv dos Fiat Spazio mais completos. Para ajudar nas vendas, o Oggi chegou a receber duas séries especiais dignas de destaque, como a Pierre Balmain. Ela era uma versão mais luxuosa e trazia o nome do designer de moda francês. Naqueles tempos -e até a década de carros de 4 portas não caíam no gosto do público, sendo julgados como “carro de táxi”. Desde o lançamento, o Novo Palio conviveu com a antiga geração, vendida com o sobrenome Fire. Ela era responsável por metade das vendas, com bastante foco nas vendas diretas. Além disso, o Palio de segunda geração ficava espremido na linha da Fiat entre o Mille, o Palio Fire e o Uno. O Novo Palio sofreu com a concorrência acirrada do então novato Chevrolet Onix por aqui. Em 2017, o carro saiu de linha ao passo em que a montadora renovava o catálogo apresentando o Mobi e, pouco depois, foi substituído pelo atual Argo. A terceira geração do Chevrolet Vectra no Brasil nada mais era do que a versão nacional do Opel Astra Europeu.